Casa das Caldeiras

Casa das Caldeiras um patrimônio cultural que oferece eventos diferenciados.

arte,
território,
patrimônio.
e agora pessoas.

sobre a nossa História

IRFM

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Jan 01, Monday

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Kakaeka

sobre a nossa História

Vamos falar sobre História!
Histórias que se cruzam, se sobrepõe e, que conjuntamente, constroem o nosso melhor entendimento do passado.
Estar num lugar como a Casa das Caldeiras nos ajuda experimentar um pouco do passado comum a nós, cidadãos de São Paulo: o edifício é um testemunho vivo de parte da nossa história.
Como então localizamos a Casa das Caldeiras na linha do tempo?

Vamos recordar sobre como a cidade de São Paulo se desenvolveu a partir do ciclo do café, com a chegada dos barões do café, com a construção da estrada de ferro - que levava a produção ao porto de Santos e através da Sorocabana, distribuía produtos vindos da Europa pelo interior do Estado. Este contexto foi essencial para promover seu crescimento e o início da industrialização: recursos financeiros disponíveis na cidade e mão-de-obra preparada e técnica com a imigração italiana.

Com a imigração italiana chegou Francesco Matarazzo em 1881, aos 27 anos. Francesco se estabeleceu em Sorocaba, onde se dedicou ao comércio de banha de porco. Em 1890, muda-se para São Paulo onde cria a Matarazzo e Irmãos na Rua 25 de Março, com seus irmãos Giuseppe, Luigi e Andrea para comercializar banha, trigo da Europa e até mesmo arroz da China. Com os negócios prosperando, constituiu-se a Companhia Matarazzo S.A. com 43 acionistas. Entre 1899-1900, com o financiamento do London Bank (hum mil e quinhentos réis) e com os equipamentos e máquinas da Henri Simon & Co de Manchester, Francesco constrói e monta a sua primeira fábrica, no bairro do Brás, próxima a linha de trem São Paulo Railway - o Moinho Matarazzo.

Com a participação do empresário Francesco Matarazzo alguns bairros se desenvolveram:

O bairro do Brás recebeu a Fiação e Tecelagem Mariangela em 1904 e a Fábrica de óleo Sol Levante em 1907.

Entre 1900 e 1911, Francesco Matarazzo investiu em atividades bancárias/financeiras, para então em 1911 cessá-las para constituir as IRFM (sociedade anônima).

Em 1913 as IRFM se expande para o bairro do Belenzinho com a Tecelagem Belenzinho.

Em 1915, Francesco se firma como líder da colônia italiana ao doar um pavilhão ao Hospital Humberto I.

O bairro da Moóca recebeu as fábricas de fósforo, o moinho de sal e a refinação de açúcar.

Como o forte do grupo Matarazzo sempre foi a produção de produtos de consumo básicos e essenciais, isto garantiu a sua prosperidade mesmo com a chegada da Primeira Guerra Mundial. Para a Tecelagem a matéria-prima era nacional, e no caso do trigo que vinha da Europa, Matarazzo passou a importar da Argentina. Matarazzo também montou em 1919 a Sociedade Paulista de Navegação Matarazzo Ltda. com uma frota de 5 navios entre 6500 e 4500 toneladas e iates de 280 toneladas para conquistar autonomia para distribuir seus produtos pelo país.

Com o crescimento do parque industrial paulista, substituição das importações (consequência da Guerra na Europa), concentração da população urbana e pesadas condições de traba- lho, Matarazzo enfrentou movimentos sociais reividicatórios dos operários que culminaram com a grande greve geral de 1917. E logo depois houve a revolução de 1924, que causou danos às instalações na Moóca com incêndios provocados pelo fogo cruzado.

Em 1917, Francesco Matarazzo recebe do rei da Itália o título de conde.

Os primeiros a ocuparem o bairro foram os italianos, logo após seu loteamento, com serrarias e oficinas mecânicas que atendiam a população do bairro vizinho e de elite, o bairro dos Campos Elísios.

Em 1902, o primeiro bonde elétrico da cidade ligou a Barra Funda ao Largo São Bento.

Em 1918 foi inaugurado o Teatro São Pedro na Barra Funda e em 1921 o Palestra Itália de São Paulo comprou um terreno aonde construiu o Estádio Palestra Itália, que em 1942 passou a se chamar Sociedade Esportiva Palmeiras. A Barra Funda viveu uma época de grandes manifestações culturais na década de 1920, o escritor Mario de Andrade viveu no bairro.

O bairro da Água Branca era inicialmente uma área rural dos arredores da cidade que recebeu este nome por causa de um córrego de águas límpidas. A Água Branca foi mudando e se desenvolvendo com a construção da ferrovia que ligava Jundiaí a Santos (São Paulo Railway em 1892) e com a inauguração da Estação de Trem Barra Funda e da Estrada de Ferro Sorocabana (1875).

A partir de 1920, o ambiente urbano torna-se mais complexo e parcialmente independente da cultura agrária. Surgem movimentos políticos e artísticos novos, afirmando a transformação da sociedade urbana.

O bairro Água Branca se industrializou com a vinda das instalações do primeiro Parque Industrial IRFM (Industrias Reunidas Francisco Matarazzo) em 1920, transformando a paisa- gem rural em um ambiente fabril e operário. O parque industrial trazia consigo a verticaliza- ção da produção, reunindo diversas fábricas. A presença de um ramal ferroviário colado ao terreno foi determinante para a escolha do terreno.

Ainda na Água Branca, criou-se o Parque Dr. Fernando Costa ou Parque Água Branca (1929) para servir de local para exposições e provas zootécnicas.

O ano de 1929 foi um ano de crise, onde muitas indústrias tiveram que fechar. O Bairro da Barra Funda viu a elite se deslocar e seus casarões se transformarem em cortiço. Restou basicamente a indústria artesanal, de pequeno porte.

[Em suas andanças pela Cidade de São Paulo, o Conde Matarazzo descobriu um espaço que lhe pareceu ideal: o terreno onde funcionava uma antiga feabrica de licores da companhia Antártica de Bebidas, compreendendo 101.000m2, próximo ao córrego ́agua Branca e ladeado pelos trilhos de duas estradas de ferro: a Sorocaba- na e a Inglesa...”

... A ocupação foi feita sem demora. Já em 1920 foi transferido o conjunto de São Caetano, constituído pelas fábricas de sabão, velas, estearina, oleína, glicerina e pregos. Logo em seguida transferiu-se a refinação de açúcar da Moóca e a fábrica de óleo de caroço de algodão...

...o advento do núcleo da Água Branca marcou o auge da expansão das IRFM em concentração vertical. Puco tempo depois, foram instaladas ali a serraria, a caixota- ria, a carpintaria, a marcenaria, a fábrica de carrocerias e a sessão de transportes, compondo a infra-estrutura necessária ao funcionamento do conjunto industrial.

Rapidamente, novas unidades foram acrescidas, formando, em pouco mais de dois anos, o que começava a ser chamado popularmente o “Parque Industrial Água Branca”. Nesse mesmo período inicial foram ainda implantadas as fábricas de giz, soda cáustica e graxa, e a destilaria de álcool.

A localização do conjunto da Água Branca, ao lado dos trilhos de duas ferrovias, não foi, evidentemente, apenas providencial, pois, na escolha do terreno, esse fator foi determinante. O Oeste paulista, de ocupação relativamente recente, já não era um sertão apenas povoado. As frentes pioneiras do café haviam criado um sem-núme- ro de núcleos urbanos que se desenvolviam a olhos vistos. O abastecimento desse novíssimo mercado dependia irrestritamente do transporte ferroviário. A operacionali- zação perfeita da distribuição do volumoso fluxo de mercadorias produzidas na Água Branca completou-se com a instalação da ferrovia interna das IRFM. Em 1923 foram compradas as duas primeiras locomotivas que, manobrando nos trilhos inter- nos, permitiam que os vagões fossem carregados diretamente nos pátios das fábri- cas.] - Matarazzo 100 anos

A concentração vertical das fábricas e da produção reunindo e ampliando os setores para o aproveitamento racional dos subprodutos. Porém, Matarazzo não se limitou a isso e avançou geograficamente para além do Estado de São Paulo.

No imaginário popular, Matarazzo podia quase tudo - Para Luigi Luzatti, economista italiano, Francesco agia dominado pela febre industrial, fazendo a cada ano surgir uma indústria diferente. Gostava de criar, não simplesmente de acumular riquezas, e sim gerar recursos para aprimorar suas indústrias, competir, gostava de empreender, do jogo, do risco calcula- do.

Em 1922, Matarazzo cria a sessão de cinema nas IRFM e passa a distribuir filmes norte-ame- ricanos pelo país até 1932.

A sessão de transporte também na Água Branca constituiu o elo importante na cadeia de fabricação, juntamente com a fábrica de carroceria e caixotaria.

As IRFM empregaram boa parte da população da região e até mesmo dos demais bairros da cidade. Nos anos 1950, as IRFM contavam com 30 mil empregados em quase 100 empre- sas nos setores metalúrgico, químico, têxtil, de alimentos, limpeza, embalagens, materiais da construção.

Num terreno de 113.721m2 com uma área construída que passava de 96.000m2 o parque industrial produziu sabonetes (seção de perfumaria) e sacarias, óleos industriais para seu próprio uso, possuía mecânica e fundição, tudo isso sob a filosofia de aproveitar ao máximo a infra estrutura existente e alcançar autonomia.

O “Império Matarazzo” cresceu, se expandiu pelo país, para então nos últimos anos enfra- quecer e se extinguir em meados da década de 1980. Matarazzo morreu em 1937 com 82 anos e, seu sucessor e filho, Francisco Matarazzo Jr. assume a missão de dar continuida- de ao seu legado, implantando uma reforma administrativa com um novo sistema de gestão de negócios.

Em 1986, o CONDEPHAAT decidiu tombar as edificações remanescentes por seu valor simbólico, como marco referencial do que foi o complexo IRFM, uma vez que todos os outros edifícios tinham sido demolidos.

Poucos anos antes, diz-se que no final da década de 1970, os proprietários ordenaram a demolição de quase todas as construções existentes, no intuito de dar um novo rumo ao terreno, para que recebesse outras atividades. Os planos não tiveram êxito e a falência das IRFM foi declarada.

A solidez do grupo Matarazzo chegou a ser comparada a do Império Britânico. No auge de sua riqueza, a Enciclopédia Britânica catalogou o império dos Matarazzo como um dos cinco principais conglomerados familiares do mundo. Seu patrimônio só perdia para o PIB da União e do Estado de São Paulo.

A Casa das Caldeiras e a Casa do Eletricista, como são hoje reconhecidas, faziam parte desta história, como construções remanescentes de um tempo.

CASA DAS CALDEIRAS - antiga caldeiraria das IRFM

A Casa das Caldeiras faz parte da memória coletiva da Cidade de São Paulo, preserva em seu conjunto arquitetônico, a história de um período áureo, entre as décadas de 1920 e 1950. Uma cidade que crescia em ritmo acelerado, influenciada pela a industrialização e pelo tecnicismo Europeu, que refletiram os padrões urbanos e arquitetônicos da cidade e têm ligação direta com a vida econômica, social e cultural.

Exemplar típico da arquitetura fabril de caráter utilitário recebeu grandes janelas, pé-direito altíssimo, três chaminés monumentais que parecem ganhar os céus, túneis-galerias que remetem a passagens subterrâneas, fornalhas que eram alimentadas por carvão.

O edifício das Caldeiras é formado por um conjunto de três caldeiras abrigadas numa grande nave, distribuindo em dois pavimentos a circulação, as dependências para atividades subsidiárias, além dos túneis e as comportas associados ao sistema de circulação de ar.

A caldeira é constituída pela caldeira propriamente dita - estrutura metálica preenchi- da de alvenaria de tijolos, com várias câmaras por onde passa os sistemas de serpen- tinas, o reservatório, a fornalha - e por um sistema de túneis e dispositivos de controle de ventilação interligados a chaminé.

Observam-se três fases importantes de construção e ampliação durante o levantamento histórico da Casa das Caldeiras:

A primeira fase chega ao nosso conhecimento através da planta encaminhada em 1923 à Prefeitura Municipal, onde se desenhava um bloco único de alvenaria de tijolos. Possivelmente já se tratava de ampliação: uma provável construção anterior teria sido prolongada e seu alinhamento alterado. Desta fase persiste a estrutura principal, portante de alvenaria, embora desfigurada pela abertura de novos vãos e outros fechamentos.

Em 1936, uma nova planta foi encaminhada para aprovação com ampliações e reformas, sem mudanças significativas na estrutura primitiva, tendo sido construídos novos fornos e caldeira, que exigiam uma outra chaminé edificada na extremidade oposta daquela já existente.

A ampliação de maior envergadura é executada em 1953, conforme plantas submetidas a aprovação da Prefeitura Municipal. Foi construído um corpo anexo para servir como reservató- rio de água para as caldeiras e, em continuidade, uma plataforma coberta por laje de concreto armado permitiu o aproveitamento do pavimento superior como depósito de resídu- os. Novas caldeiras foram instaladas, substituindo as antigas, e por se tratarem de caldeiras de maiores dimensões a cobertura foi alteada, elementos vazados preencheram a diferença de altura nas paredes.

Uma nova cobertura de telhas de fibrocimento foi instalada sobre estrutura metálica formada por tesouras. O lanternim e os elementos vazados foram recursos para proporcionar maior iluminação e exaustão do calor. Uma nova escadaria de acesso ao piso principal foi construí- da. Ainda nesta fase, o sistema de exaustão das chaminés precisou ser refeito, com a construção de uma galeria interligada de estrutura independente a laje e a alvenaria portante.

As sucessivas transformações pelas quais o edifício passou apontam para a dinâmica peculiar deste tipo de construção: uma plataforma de produção de energia para o parque industrial. Após sua desativação no final da década de 70, o espaço foi entregue ao abandono e esquecimento até que em 1998 participa da exposição “A Cidade e suas Histórias”, projeto concebido pelo Arte-Cidade, que questionava a relação da cidade com seus espaços urbanos degradados e abandonados.

[Enquanto a área das antigas Indústrias Matarazzo é um campo repleto de indícios de história... As chaminés são outro emblema de Arte-Cidade. A chaminé é uma catedral do mundo fabril: comunica o céu com a terra. por ela os raios de sol pene- tram como através de vitrais. Na antiga instalação industrial, caldeiras e fornalhas são máquinas de transformar materiais...

... Os artistas contemporâneos, conscientes da dinâmica da devastação industrial, também são movidos pela convicção de que o passado é remoto e que imperativo redimí-lo para o presente...

...A arquitetura do conjunto retrata os padrões da arquitetura industrial inglesa, profundamente marcada pela fachada de alvenaria aparente de tijolos de barro e as esquadrias metálicas de pouca largura e altas, que tinham a função de iluminar o ambiente sem permitir a visão do exterior para a rua.]

- Intervenções Urbanas Arte- Cidade de Nelson Brisac – Arte Cidade.

Em 1985 o CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Arqueológico Arquitetônico e Turístico do Estado de São Paulo) pediu o tombamento desse imóvel, na época já desativado, visando preservá-lo como documento arquitetônico da história da industrialização paulistana. No fim desse processo _ 1986, com revisões datadas de 1993 _ decidiu-se preservar um dos galpões da fábrica, a casa do Eletricista, o prédio de caldeiras e as três chaminés de alvenaria refratária, cujas alturas variam de 46 a 54 m e os diâmetros externos de 2,60 a 4,40 m, que complementavam a central de vapor.

A partir da compra do terreno, pela empresa Ricci e Associados, em 1992, iniciou-se o planejamento de revitalização de todo o terreno (aproximadamente 100.000m2) e o estudo de viabilidade. O projeto de desenvolvimento urbano do terreno contou com a intervenção da Operação Urbana conseguindo agregar uma série de melhorias e valores para a área, concretizando o projeto de reciclagem e restauro dos imóveis tombados Casa das Caldeiras e Casa do Eletricista através dos arquitetos Marcos Carrilho e Victor Hugo Mori.

Em 1998, após receber e apoiar a terceira edição do projeto ARTE-CIDADE, a Casa das Caldeiras recebeu obras emergenciais onde o telhado foi refeito, as janelas restauradas e vidros colocados, as chaminés foram lavadas, cintadas e suas bocas foram completadas. Em 1999, as obras de restauro e reciclagem do espaço que possibilitaram dar ao edifício um novo uso, foram concluídas. As características do edifício foram mantidas e as obras mais profundas de restauração limitaram-se, ana maior parte dos casos, à recomposição de elementos alterados.

As sucessivas sobreposições e acréscimos sofridos pelo edifício foram conservados. A interven- ção proposta buscou em síntese preservar a historicidade do objeto, os aspectos fundamentais foram mantidos como documento do processo evolutivo da atividade industrial.

Sob o aspecto simbólico, as chaminés são os elementos mais expressivos. A sua presença é a marca simbólica da presença da fábrica e atua como referência evocativa da intensa ativida- de fabril do lugar.

Das três caldeiras remanescentes, apenas uma apresentava-se com todos os seus componen- tes. O critério de restauração adotado foi o de conservar uma das caldeiras, a que se encontrava mais integra, em seu estado original, com os reparos pertinentes, e uma outra caldeira seria mantida à mostra com todo o sistema de circulação de fluidos revelados, possibilitando assim o entendimento de seu funcionamento. A última caldeira apenas foi mantida e reparada com os poucos elementos estruturais restantes.

A LOCOMOTIVA

Com a eletrificação da Sorocabana em 1940 e sua finalização no após guerra, percebendo o ônus do serviço de manobras executados pela EFS e SJ e que suas duas locomotivas a vapor compradas da Henschell em 1923 já estavam no limite de sua capacidade.

As IRFM se beneficiou de sua facilidade de crédito para adquirir, entre os anos de 1945 e 1949, mais de 12 locomotivas da marca DAVENPORT com motor Caterpillar - diesel mecâni- cas do tipo 30TDM6 e 5T DM4 com transmissão mecânica de bitolas diferentes. Pelo menos 4 delas foram usadas na cidade de São Paulo, e uma se encontra junto a Casa das Caldei- ras restaurada e pintada, seguido o padrão verde escuro com faixa branca e recebeu o nome de Filomena. Em homenagem a esposa do conde Matarazzo.

Maria Pia Matarazzo, neta do Conde Francisco Matarazzo assim escreve no livro que preparou para comemoração dos 100 anos das IRFM:

[...Nos 100 anos que ficam registrados neste livro está a memória de nosso passado, que estimamos importante para a toda a sociedade a cujo desenvolvimento estivemos sempre inteiramente ligados.
O pioneirismo não tem apenas vantagens, causa também ônus. Foi em decorrência dele que Matarazzo se tornou um nome ligado a quase todas as áreas de produção, comercialização e serviços. Mas novos são os tempos e é chegada a hora de mudar...]

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