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Casa das Caldeiras

Casa das Caldeiras um patrimônio cultural

arte, território, patrimônio. e agora pessoas.

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Tempo Forte I

Tempo Forte I

Obras em Construção no Tododomingo

TEMPO FORTE I                                                                                                 no TODODOMINGO

20.08

16:00 às 20:00

Programa Obras em Construção                                                                                            Programa de Residência Artística e de acompanhamento à realização de projetos.

O Programa “Obras em construção” valoriza o processo do artista no curso do desenvolvimento de sua obra com o local, tendo como temática, a dialética entre Arte e Patrimônio que a Casa das Caldeiras peculiarmente propicia.

O Programa consiste em viabilizar espaços de Residências Artísticas propondo acompanhamento logístico, administrativo e de estruturação do projeto, fomentando um contexto de troca de conhecimentos, métodos e impressões entre os artistas residentes.

No contexto do Programa Obras em Construção recebemos em residência desde 2008 mais de 150 projetos de artistas e portadores de projeto do Brasil e do Exterior.

TEMPO FORTE I: Exposição dos projetos residentes (em forma experimental). O objetivo desta programação é de criar um espaço-tempo para diálogos, visibilidade, intercâmbios e transferência de conhecimentos entre os artistas residentes, profissionais da área da cultura e o público. 

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SOBRE OS ARTISTAS E SEUS PROJETOS:

  • VERA SALA: “Lugar Nenhum - uma dança que nunca se conclui”

“Tempo suspenso entre um instante e outro, uma ação e outra. No alargamento deste intervalo do tempo, o corpo se exaure, esvazia, dissolve seus contornos e limites. O silêncio, o desaparecimento, a inoperância se instauram não como passividade, mas como resistência. Zona de incertezas, rupturas, vazios, sem tempo, sem começos, sem fim...”  .

Pensamentos que se formularam ao longo do tempo de vários trabalhos realizados:

“O corpo dissolveu seus contornos e trajetos. Insiste, não para permanecer mas para um fazer/desaparecer. É arquivo de esquecimentos.

O corpo esquece, reinventa memórias e modifica-se num contínuo confrontar-se com ele mesmo, com outros pensamentos, outros corpos, outros afetos, presença de ausências, silêncios que se fazem presentes...... É de sua natureza existir como configurações sempre provisórias, impermanentes. Disposto a nunca se concluir é campo aberto de dúvidas e perguntas. Sabe que é impossível reverter o tempo. É testemunha de desaparecimentos.

Não há nada para ser mostrado além da própria condição de encontrar-se continuadamente exposto àquilo que é e faz, como insistência/desistência, num aparecer/desaparecendo, não como oposição mas como indistinção. O corpo modificado pelo tempo, por esta exposição, derrama-se para outros corpos e lugares, compondo e alterando qualidades de ambientes e sendo por eles modificado. Os estados corporais intrinsicamente conectados aos estados do ambiente produzem diversas configurações ao longo do tempo e são potencializadores de novas ignições.

  • JORGE GARCIA CIA DE DANÇA: ABERTURA DE PROCESSO - PLANO SEQUÊNCIA/ TAKE 2

                                                                                                                             “PLANO SEQUÊNCIA/ TAKE 2” é uma proposta de construção de novas premissas de relação de trabalho e convívio para a Jorge Garcia Companhia de Dança, que busca atualmente permeabilidade em seus processos, dialogando com outros espaços e públicos. Levar o trabalho da Cia para um espaço com fluxo maior de pessoas mostrou-se uma necessidade para a continuidade de uma pesquisa em dança e cinema iniciada pela Cia em 2016, chamada TAKE A DEEP BREATH. TAKE A DEEP BREATH trata da execução de um filme em plano-sequência, numa performance transmitida ao vivo, e criada a partir do cotidiano de um espaço de trabalho. Evidenciar as relações entre os sujeitos que dividem um espaço e fazem dele sua “morada” propõe o desafio de englobar toda uma comunidade nesse processo. E é isso que interessa à Cia: redefinir relações, atualizar noções de público e privado, compreender o que é o labor cotidiano da Cia num local ao qual não está habituada. Deseja-se que os estudos de TAKE sejam transpostos para um local que dê abertura para trocas, onde a Cia possa mergulhar em novas arquiteturas e formas de ocupação. A pesquisa de TAKE A DEEP BREATH começou com a exploração do espaço de uma casa, a Capital 35. A transposição dessa pesquisa para um local de proporções completamente diferentes implicará em novos enquadramentos para cenas já rascunhadas, e alimento para novas criações.

Dentro de uma casa comum muitas opções de movimento de corpo e câmera são limitadas. Em outros espaços vislumbramos um grande número de novas ações, como transitar de planos abertos com paisagens monumentais a detalhes do espaço e do corpo dos intérpretes. Camadas, sobreposições, surpresas de trás de portas e frestas podem ser imaginadas.

A Jorge Garcia Companhia de Dança foi criada em 2005 pelo diretor e coreógrafo Jorge Garcia.

Desde sua formação, a Cia tem desenvolvido uma linguagem própria em sua abordagem coreográfica, estética e temática, levantando questões sobre o corpo e o ambiente em que é inserido, suas possibilidades e como transformá-lo.

Utilizando-se da diversidade de linguagens artísticas como ferramenta de criação, tem como foco também o estudo da dança em vídeo e no entorno urbano, priorizando a busca de um corpo versátil que se aproxime ao máximo do particular e contemporâneo.

Residente em São Paulo / Brasil, a Cia desenvolve uma pesquisa em dança que busque novas possibilidades de vigor e sensibilidade no artista, valorizando o intérprete como criador em potencial.

  • MARCUS MORENO - Estudo para o Encontro

Trabalho criado com apoio do ProAC N° 04/2016 – Concurso de Apoio a Projetos de Produção de Espetáculo Inédito e Temporada de Dança no Estado de São Paulo e concebido dentro Projeto de Residência: _Espaço Memória do Corpo, realizado na Casa das Caldeiras.

Concepção e dança: Marcus Moreno

Música: Moisés Mendoza Baião

Luz: Calu Zabel

Colaboração Cênica e Preparação Corporal: Key Sawao

Fotos: Silvia Machado

Registro em Vídeo: Márcia Alves e Lienio Medeiros

Figurino: Marcus Moreno

Produção: Cristiane Klein (Dionísio Produção)    

  • O QUE HÁ DE NORTE EM CADA UM DE NÓS?

Os artistas Andrez, Caio, Barra, Feliz, Guy, Iaci, Luiz, Teresa e Yuri produzem e pesquisam desde 2013 até os dias de hoje atravessamentos entre dança e performance, corpo e política, em suas fronteiras experimentais. O principal ponto de convergência entre suas experiências artísticas foi o processo de criação e apresentação dos trabalhos "Macaquinhos", "Preta", "Microperformances" e "Muá".

A maioria possui formação acadêmica em artes, outros são autodidatas ou experimentados em cursos livres. Alguns dos traços em comum de seus trabalhos é a compreensão da prática artística como modo de estar no mundo, o exercício de horizontalidade, a transdisciplinaridade, a metodologia diversificada, a vulnerabilização do lugar do artista e a sensibilização dos espaços públicos e institucionais.

"O que há de norte em cada um de nós?" é um projeto de produção de espetáculo inédito. O principal problema que guiará este trabalho é a decolonialidade - tema recorrente em conversas entre o grupo e colaboradores de áreas diversas. Se em nosso trabalho anterior "Macaquinhos" o dispositivo coreográfico e diretriz performativa foi a investigação da zona anal como metáfora do sul no corpo, em "O que há de norte em cada um de nós?" começamos nos perguntando qual seria a metáfora do norte no corpo? O projeto de criação teve seu ponto de partida no Mousonturm em Frankfurt (Alemanha) e será desenvolvido na cidade de São Paulo no espaço da Casa das Caldeiras, integrando a residência "Obras em Construção".

A maioria destes artistas mora em São Paulo e tem em comum uma formação academica em artes. Há cerca de dez anos suas produções atravessam principalmente a dança contemporanea e a performance em suas fronteiras experimentais. Alguns dos traços em comum em suas pesquisas é compreender a pratica artistica como modo de estar no mundo em seus mais amplos cotidianos, assim como a desinstitucionalização dos lugares artísticos, a ocupação das ruas e o ativismo. Muitos deles atuam nos trabalho coletivos "Microperformance", "Preta" e "Muah", e já trabalharam também com artistas renomados, dentre eles, Marcelo Evelin, Thelma Bonavitta (COMO-clube) e Zé Celso Martines Correia. Com a performance coreográfica Macaquinhos, já se apresentaram na Galeria Vermelho na Mostra Verbo no ano de 2014, ainda nesse ano esteve no Festival Mix Brasil no CCSP. Em 2015 participou da Mostra Sesc Cariri de Culturas em Juazeiro do Norte. No ano passado esteve no Projeto Brasil realizado na Alemanha, nas cidades de Frankfurt e Hamburgo, ao lado de artistas como Marcelo Evelin, Cena 11 e Lia Rodrigues, no fim desse ano participou também do IC-10 em Salvador e esse ano participou de oficinas no SESC e em junho apresentará no Festival Festwochen em Viena - Austria.

  • CRISTIAN ESPINOZA / DUO b (MARCELO BRESSANIN & PEDRO RICCO)

    Campo Sonoro  / Corredor Eletromagnético Paulista

    Sobre a obra: Instalação sonora “site specific” composta por antenas, circuitos amplificadores e alto-falantes. A obra é uma das ações do projeto “Corredor Eletromagnético Paulista” e traduz em sonoridades as ondas eletromagnéticas captadas no entorno da Casa das Caldeiras.

  • LUCAS ERO: Máquinas Imaginárias

    Desenho - pastel oleoso, tinta guache e grafite sobre papel 

    Linhas de perspectiva e geometrias delineiam cenários fabris: formas sólidas que ocupam paisagens inóspitas, da técnica desenvolvida com pastel oleoso sob intensa pigmentação de cores , luz e sombra. Trata-se de uma série de desenhos figurativos que retratam objetos maquinais, fazendo uso das possibilidades do suporte bidimensional como plataforma para a projeção de imagens vindas de fórmulas imaginárias e do repertório imagético do artista.

    Na contracorrente do progresso e da sociedade de consumo, o projeto investiga o rastro deixado pelo avanço tecnológico, para então se pensar em uma mecanização do humano onde o corpo se torna passível de obsolência em diversos setores sociais, sensoriais e afetivos. Se o progresso industrial evoca arquétipos ativos e tidos como luminosos, a pesquisa pretende trazer o sono das                          máquinas enquanto momento de recriação interior e recolhimento ctônico, como em um organismo casulo que se desenvolve no escuro, pelas entranhas e para si próprio - sono que também remete a morte, obsolência ou improdutividade; da ruína, estado inativo que não se constrói nada.

    :: Bacharel em Artes Visuais, Desenho, Escola de Belas Artes - UFMG, conclusão em 2015.

    EXPOSIÇÕES COLETIVAS

    2017

    Tudo é Tangente, Memorial Minas Gerais Vale, Belo Horizonte - MG

    5º Salão de Outono da América Latina, Memorial da América Latina, São Paulo – SP

    Temporada de Artes Fenomenais, Garajão Pub, Ipatinga – MG

    2016

    Festival Camelo de Arte Contemporânea, Galpão Paraíso 44, Belo Horizonte - MG

    Volta, Galeria da Escola de Belas Artes da UFMG

    Quase-Pornô, Mama/Cadela Galeria de Arte, Belo Horizonte - MG

    Exposição dos Professores, Escola de Arte Atelier Amarelo, Belo Horizonte - MG

    Laboratórios e residências artísticas:

    Obras em Construção, Casa das Caldeiras, São Paulo – MG. 2017. (em curso) Residência Camelo, Casa Camelo, Belo Horizonte – MG, 2016.
    Residência Quimeras, ministrada pelos artistas franceses François Andes e Pascal Marquilly,  Festival Artes Vertentes, Tiradentes – MG, 2015.
    Residência Museu do Sexo Hilda Furacão, museu itinerante, Belo Horizonte - 2016
    Laboratório de Pintura,
    ministrado pelo artista visual Hidelbrando de Castro, Centro Cultural da Usiminas, Ipatinga – MG, 2009.

    Prêmio Residência Camelo, Festival Camelo de Arte Contemporânea, Belo Horizonte – MG, 2016.

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