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Diário do Manual #7

Diário do Manual #7

Equipe Manual da Família participa do evento Fórum do Amanhã (MG)

O NOSSO FUTURO DEPENDE DO QUE CONSTRUÍMOS HOJE E É PRECISO ENXERGAR AS RIQUEZAS DO NOSSO POVO

No dia 26 de novembro a equipe do Manual da Família realizou sua primeira experiência fora do Estado de São Paulo, durante o 1° Fórum do Amanhã! Leia o Diário do Manual de hoje para saber como foi essa participação, que para nós foi muito enriquecedora! 

De 24 a 27 de novembro, aconteceu o  Fórum do Amanhã, na cidade de Tiradentes (MG) e a nossa equipe foi convidada para se juntar a especialistas e personalidades de áreas diferentes para dialogar sobre o futuro sonhado para o Brasil, melhor, para sonhar um futuro.

O fórum é um evento que prevê a criação de um espaço onde os pensamentos e idéias possam circular, onde um futuro sonhado e pretendido para o Brasil, possa ser imaginado e projetado. Uma construção coletiva possível, capaz de inspirar e impulsionar ações transformadoras e potentes. E foi o que aconteceu conosco! Nos inspirou e nos proporcionou um momento de troca e reflexões que nos ajudaram a aprofundar o nosso trabalho.

No dia 26 de novembro, a equipe do projeto Manual da Família levou à praça pública, mais precisamente ao Largo das Forras, uma experiência de sensibilização entre diferentes famílias, provocando trocas de saberes e o resgate dos fazeres e do brincar, que nos constitui ser hoje em potência e, desta forma, repensar o nosso impacto no amanhã.

O Fórum nos provocou e estimulou, ao resgatar toda a potência ancestral e cultural de um povo que, ao perceber-se em movimento, já está transformando o amanhã.

Percebemos que é preciso fazer um mergulho em nossas orígens, reconhecer que a nossa alma brasileira é diversidade, histórias e ricos tesouros, que se encontram. Tudo isso forma o que somos hoje, desde a nossa a nossa alegria, nossa força, até a "cultura da gambiarra", que pode ser rica e criativa na sua forma de resolver problemas cotidianos. 

Vamos nos render a nossa história nativa, com seus mitos, suas crenças, seu saber viver e aproveitar todo o aprendizado e sabedoria que isso pode nos trazer, para nos inspirar a uma vida mais amena. Sobretudo, reconhecermos as muitas nações africanas representadas no nosso povo, reis e rainhas, tribos, culturas, juntando isso aos muitos imigrantes, que em ondas foram contribuindo com a nossa diversidade e formaram a sociedade brasileira em que vivemos atualmente. 

Precisamos nos orgulhar das nossa cores e nossas texturas, valorizar os nossos muitos antepassados, sem deixar ninguém de fora. E então, tomarmos consciência para preservar, respeitar, resistir, conviver, reconstruir, repensar, restaurar, e viver integralmente na natureza, integrando conhecimentos, culturas, artes, comunidades, religiões, flora e fauna.

Fazer uma vivência em praça pública com um público flutuante (algumas famílias iam e vinham, participando por um tempo), foi um desafio e um grande aprendizado. Nos levou a improvisar e a nos conectar com todos os nossos sentidos, para acompanhar a dinâmica do lugar e das pessoas.

Relembrar as brincadeiras de outrora e brincar como criança, trocar experiências e saberes em familia. Tudo proporcionou um momento fluido e contagiante, desencadeando sentimentos e potências.

"Tenho 60 anos e quero pular corda, por que não?"

Buscamos repensar o passado no momento presente, em nossas histórias individíduais familliares, e acima de tudo, reconhecer os nossos tesouros para poder qualificar um projeto de futuro. O nosso futuro depende do que construímos hoje.

Participar das discussões do Fórum só fortaleceu e confirmou o caminho que queremos percorrer com as  nossas vivências com as famílias: reconhecer quem somos nós, para pensar sobre o nosso futuro.

A cultura indígena, a africana, a portuguesa e as outras culturas que vieram de todas as migrações que compõem o nosso Brasil, participando e construindo a nossa história, deram forma e enriqueceram o nosso olhar. O índio que nos traz a sua sabedoria milenar e nos mostra a urgência de estarmos conectados com a natureza (somos um só). A cultura africana que nos trouxe o gingado, a força, a resistência, a voz, a cor, a música. Isto tudo é o que vai trançando os costumes e dando uma riqueza a esta alma brasileira.

Resgatar as nossas raízes é fundamental pois a riqueza da nossa diversidade cultural está presente e revela quem nós somos hoje, nos nossos costumes, nas nossas comidas, na forma como lidamos com os improvisos e comos celebramos a vida com alegria e espontaneidade.

Vivemos um momento muito especial no Fórum do Amanhã e esperamos com esse Diário do Manual ter conseguido transmitir a gama de reflexões importantes com as quais retornamos.

Estamos prontos para seguir com nossas vivências de forma mais profunda e, a cada dia mais, celebrar a nossa grande diversidade. Embarca nessa conosco? Afinal, somos todos uma grande família! 

 

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