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Casa das Caldeiras

Casa das Caldeiras um patrimônio cultural que oferece eventos diferenciados.

arte, território, patrimônio. e agora pessoas.

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diário do manual #40

diário do manual #40

conviver é arte

Conviver

Se perceber e se cuidar, para conviver em harmonia com quem vive ao nosso redor!

Observe ao seu redor, olhe para o lado.

Aí… pertinho de você, com certeza existe uma ou mais pessoas com quem você passa os dias, com quem você se encontra, com quem você se comunica, com quem você trabalha, com quem você interage.

Pode ser família, pode ser vizinho, colega de trabalho, porteiro do prédio, algum amigo, uma companheira,...

E assim como você, cada uma dessas pessoas é um universo. Um ser único, uma expressão viva, cada uma dessas pessoas já faz parte da sua convivência.

E conviver significa dar-se bem.

Repare que isso já vem com um certo juízo de valor: tem que se dar e se doar e tem que ser bom. Implica em ações de coexistência, conversar, estar, relacionar-se, tratar, aceitar, adaptar-se,...

São muitos os desafios nos tempos atuais para conviver em família ou no coletivo com harmonia e afeto, incluindo nesta equação, a percepção de si e do outro.

Nem todas as pessoas estão abertas aos encontros, dispostas às trocas, dispostas a ouvir, a falar, a olhar... sentir... a aceitar o outro.

Mas antes de conhecer o universo do outro, é preciso olhar para si mesmo. Como você está, como você se sente, qual é a sua disposição? Você conhece o seu próprio universo?

Antes de adentrar o universo alheio, e até para poder contribuir com ele, é preciso olhar para dentro de si. Para lidar com os outros e saber se relacionar, é importante estar consciente e estar em equilíbrio. Precisamos conhecer e nos relacionar primeiramente conosco.

Quando estamos em descompasso, temos dificuldade em nos aceitar. Sendo assim se relacionar com os demais, passa a ser um desafio ainda maior.

A principal causa dos conflitos e dificuldades de relacionamentos está em nossa dificuldade de lidar com as nossas emoções, com os nossos próprios sentimentos.

Precisamos, antes de mais nada nos amar, nos aceitar, nos perdoar, compreender, para sermos capazes de oferecer esta mesma qualidade de estar para o outro.

Somos mais livres no momento em que nos conhecemos melhor.  Adquirimos uma independência emocional e assim conseguimos ser responsáveis, afetuosos e criativos. E isso tudo colabora nas relações.

Mas somos tempo acelerado e nos distraímos no tempo.

São tantos os aparatos tecnológicos que nos roubam a atenção e nos fazem acreditar que é possível viver tudo ao mesmo tempo agora.

Ficamos ansiosos, desatentos, descuidados e desconectados com as nossas mais profundas percepções. Imagine então como pode ser frágil a nossa percepção do outro, das pessoas ao nosso redor!

Uma boa prática que pode ajudar as pessoas interessadas a se reconectar e estar com mais qualidade e mais presença na convivência consigo e com o outro é a prática de observação e atenção plena. Observar um objeto e se perceber no processo. Ouvir fora e se escutar dentro, para adquirir maior consciência.

Como disse Carl Jung: "Quem olha para fora, sonha. Quem olha para dentro, desperta"  

Na opinião do Manual em Família sonhar desperto é fundamental!

Respire, observe suas emoções, dê nome a elas, observe a origem delas e escolha um destino. 

Perceba aonde você sente maior fragilidade e perceba qual é a força que habita em você que contrapõe esta fragilidade e equilibra tudo.

Cultive diariamente o respeito, respeite suas vontades, seus desejos, suas limitações, seu corpo.

Se abra mais para a convivência com o outro. Afinal, conhecemos mais sobre nós mesmos na convivência com o outro e aprendemos na ação de conviver consciente.

No processo contínuo de trocas, acolha mudanças. Confie - mudança pode significar crescimento.

Transcenda e se renove.

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