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Casa das Caldeiras

Casa das Caldeiras um patrimônio cultural que oferece eventos diferenciados.

arte, território, patrimônio. e agora pessoas.

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Diário do Manual #25

Diário do Manual #25

Nossa vida vivida de cada dia

Dia de hoje, dia presente, agora! Respira – inspira e expira... cheiro, sons, frio ou calor, sentimentos, humores, ... fome, boca seca, vontades, nós, o ambiente em que estamos, a nossa relação com o mundo que habitamos!

Como cada um sente e vive, de forma própria, novas experiências?

Todos os dias, afetamos e somos afetados pelo que nos rodeia, nos nossos caminhos, em relação. Alguns de nós pode estar mais consciente e sensível e percebendo melhor como ações e experiências modificam o nosso ambiente.

Exercemos influência sobre as pessoas, sobre as coisas e lugares, numa mão dupla. Desta forma também somos influenciados, impactados, afetados, nos inspiramos em maior ou menor grau.

Tudo o que vivemos e a forma como vivemos, faz com que pouco a pouco possamos ir construindo a nossa visão de mundo. Elaborando e desenvolvendo a nossa maneira de estar e atuar no mundo, como lidamos com os conflitos, como nos emocionamos, como demonstramos carinho, como resolvemos problemas, ...

Aquilo que vivemos nos afeta e vai nos definindo no tempo vivido. Tempo este relativo, que às vezes corre com a gente, para outras pausar em módulo de câmera lenta.

Estamos em construção constante de nós mesmos. Estamos em troca constante, trocamos palavras, trocamos o ar que respiramos, trocamos nossas células, ... A ordem das coisas, o nosso aprendizado, o nosso jeito próprio de ser, organiza tudo o que somos constantemente. Por isso, mesmo estando em movimento e em transformação, seremos sempre nós mesmos.

Imagine você como uma obra em construção, sempre inacabada, imperfeita mas com tantas possibilidades de vir a ser!

Sentimos o prazer de colocar tijolos de forma certeira ou a decepção de empilhar alguns tijolos e vê-los cair. Sentimos a força que vem de dentro para recolher os tijolos que foram quebrados e fazer as reparações necessárias. Praticamos paciência para tentar duas ou três vezes mesmo quando é difícil. Lidamos com a frustração da obra parada, daquele espaço que vai ficar como inacabado, esburacado. Sentimos a empolgação de acertar logo de primeira ou ficamos emocionados reparando nos tijolos enfileirados. Na memória, os começos, as passagens duras, valorizar os sucessos, observar os detalhes, reconhecer o simples. Sonhar com aquela plantinha que vai para a janela, assim que este cômodo estiver pronto.

Todas essas sensações são impossíveis de serem traduzidas por qualquer outra pessoa e até mesmo por você. A complexidade das experiências somada as tantas percepções, só é compreendida quando vividas, sentidas, aprendidas. A plena sensação de uma experiência só pode ser compreendida por quem a vive.

Em tempos de redes sociais, de tantos discursos prontos e de tantas “receitas prontas”, uma pergunta: De que outra forma é possível viver e sentir a vida pulsante?

Sabe aquele momento em que você está prestes a experimentar algo, mas ao invés de fazê-lo se baseia na experiência do outro? Quando tem medo de se expor e prefere seguir num caminho “seguro”?

Quando se trata de certos tipos de experiências e sensações de vida, nada do que o outro disser, chegará à potência da vida vivida e sentida. Existem coisas impossíveis de serem traduzidas pela linguagem, elas precisam da prática, do risco, do prazer da descoberta, do aprendizado no percurso percorrido.

Quantas vezes nos deixamos limitar, assumimos um esvaziamento e acabamos por não viver aquilo que poderia ser vivido e ficamos na dependência da revelação do outro. Por que permitimos que o outro a nossa vida seja vivida por intermédio de traduções incompletas?

Dá medo, angústia, vergonha, insegurança, preguiça. Mas, por que não tentar? Respire!
Se lembre, recorde, você é capaz e pode se permitir.

As crianças são mestras na arte de descobrir e experimentar. Elas não precisam de roteiro ou legenda. Gostam porque gostam. Que tal observá-las e aprender com elas?

Afinal, nesta obra inacabada que somos, cada tijolinho tem valor, construa a sua verdade a partir das suas vivência, através do que te define.

Sejamos apaixonados e estejamos na vida por inteiro: entregues para descobrir, aprender, conhecer, experimentar, arriscar, por nós mesmos.

Afinal, como você se afeta às experiências da vida? Você está conectado?

O Diário do Manual se sente inspirado a experimentar, viver e se expor.

Aprendendo a cada dia vivido uma forma verdadeira de estar no mundo.
 

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