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Casa das Caldeiras

Casa das Caldeiras um patrimônio cultural que oferece eventos diferenciados.

arte, território, patrimônio. e agora pessoas.

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artista residente Vera Sala

artista residente Vera Sala

texto sobre a pesquisa: “Pequenas Estudos Para Não Morrer”

Arqueologia do corpo - recolher nos seus destroços potências para reinventar o que o tempo fez desaparecer e o corpo esqueceu.

Que dança é possível dançar???????

Como ativar outras poéticas e políticas nos modos de existir/resistir/dançar?????

Como recolher testemunhos desta dança e dançar n(os) seus destroços nos tornando estrangeiros de nossas certezas????

Como nos deixar ficar perdidos para talvez encontrar, em frestas escondidas, potências transgressoras??????

Algumas reflexões:

Os estados de deriva, incompletude, precariedade, errâncias, instabilidade, dissolução dos limites entre vida/morte, animado/inanimado e o esgarçamento do tempo, tem sido questões propulsoras dos processos de criação ao longo dos anos. Mobiliza redes de encontros e afetos, que não cessam de produzir perturbações, rupturas, disjunções e tensionamentos, ativando reflexões e potencializando diferentes corporeidades – corpo/estético/político.

É disto que se trata esta trajetória de anos de investigação e criação artística: ativar outros modos de existir/dançar/resistir/insistir, reinventando corporeidades e poéticas e alargando as questões propulsoras desta investigação artística.  Como dobras de tempo que se tocam, o passado aponta para um futuro a ser recriado, reinventado e novamente nos surpreender fazendo aparecer novas inquietações. No limite, reorganiza outras corporeidades e formas de existência/resistência.

Instabilidade permanente.É próprio da arte este lugar de incertezas, do acaso, do imprevisível.É nesta zona de incertezas, dissoluções, rupturas, vazios, que acontecem os processos de criação. Sem tempo, sem fim, sem começos.

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